Mostrando postagens com marcador ABEAD. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ABEAD. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Conheça os palestrantes da IV Jornada preparatória: Mulheres, álcool e drogas
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Congresso: Mulheres, álcool e drogas: qual é o peso do gênero?
Marcadores:
ABEAD,
Congresso Nacional,
Mulher
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
IV Jornada preparatória para o Congresso da ABEAD: Dia 14 de março de 2015
Estudantes, médicos, psicólogos, enfermeiros, educadores, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, psiquiatras e conselheiros em dependência química poderão ficar atualizados sobre as principais novidades da área. Inscreva-se agora mesmo:
Marcadores:
ABEAD,
Alcoolismo,
Mulher
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Auxílio-doença por uso de drogas cresce 60% em Minas
O
número de auxílios-doença concedidos pelo INSS por situações relacionadas ao
uso de drogas vem crescendo em Minas Gerais. Para a presidente da ABEAD, Ana
Cecília Marques, o Brasil é um dos poucos países da América Latina onde tem
aumentado o consumo de todas as drogas, e isso está relacionado a falta de uma
política de controle.
Entenda ➜ http://goo.gl/mk103U
Marcadores:
ABEAD,
Auxílio doença,
Brasil,
INSS,
Política de controle
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos
Marcadores:
ABEAD,
Comissão de Direitos Humanos
Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos
A ABEAD, representada pela presidente Ana Cecília Marques, está na Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos, sobre a Sugestão nº 8/2014, que trata da regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha, relativamente sobre o posicionamento dos atores sociais contrários à liberação.
Além da psiquiatra, compõem a mesa o relator Senador Cristóvão Buarque; Padre Aníbal Gil Lopes, representante da arquidiocese do Rio de Janeiro; Marcos Zaleski, psiquiatra; Alexandre Sampaio Zakir, delegado de polícia corregedor do Estado de SP; e o deputado federal Osmar Terra.
Marcadores:
ABEAD,
Comissão de Direitos Humanos
quinta-feira, 6 de março de 2014
Secretaria da Justiça de SP emprega usuários da crack em tratamento: Se interromper o tratamento, perde a vaga. (Salário pago é de R$ 395)
O governo do estado decidiu que também vai pagar um salário
para para dependentes químicos da cracolândia, no centro de São Paulo. Há cerca
de um mês, a prefeitura de São Paulo lançou um programa assistencial, chamado
Braços Abertos, com jornada diária de 4 horas e salário de R$ 330. No programa
estadual, Recomeço, são 6 horas de trabalho a R$ 395 mensais. Das 40 vagas do
governo paulista, 13 já foram preenchidas. Mas no programa estadual, os participantes
devem, obrigatoriamente, receber tratamento médico.
Os primeiros participantes estão tirando cópias e organizando arquivos na Secretaria de Justiça. No Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod) eles vão ajudar no acolhimento de quem procura tratamento. Eles trabalham de segunda-feira a quinta-feira. Na sexta, vão fazer cursos de qualificação profissional. O curso, no entanto, ainda não foi definido.
Os primeiros participantes estão tirando cópias e organizando arquivos na Secretaria de Justiça. No Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod) eles vão ajudar no acolhimento de quem procura tratamento. Eles trabalham de segunda-feira a quinta-feira. Na sexta, vão fazer cursos de qualificação profissional. O curso, no entanto, ainda não foi definido.
Eles ficarão no projeto durante nove meses. Segundo o secretário estadual
do emprego, Tadeu Morais, “todo bolsista precisa receber uma ’alta’ médica, mas
não pode interromper o tratamento. O trabalho faz parte do processo de
recuperação”.
A iniciativa de conciliar a reabilitação das drogas com a jornada de
trabalho é elogiada pela presidente da Associação Brasileira de Estudos do
Álcool e Outras Drogas (Abead), a psiquiatra Ana Cecilia Petta Roselli Marques.
Na avaliação dela, o exercício profissional, sem a oferta de tratamento, não
ajuda na reabilitação do dependente químico. Segundo ela, apenas com o quadro
de saúde estabilizado, o dependente químico terá condições de se dedicar a uma
atividade profissional.
— O trabalho sem o tratamento não funciona. Eu atuo na área há 30 anos e
observo que a dependência química tira a capacidade do individuo de trabalhar,
de ter controle sobre sua própria vida. Ele, primeiro, precisa se tratar e,
estabilizado, tem de trabalhar. O tratamento com trabalho faz diferença — afirmou.
De 21 de janeiro de 2013 até 21 de janeiro deste ano, 3230 dependentes
procuraram tratamento no Cratod. Desses, pelo menos 2,8 mil foram
espontaneamente. Os outros foram levados pela família ou por medida
compulsória.
Marcadores:
ABEAD,
Crack,
Dependente químico,
Governo do Estado - SP,
Prefeitura de São Paulo
Assinar:
Postagens (Atom)





