quarta-feira, 15 de junho de 2016
Palestra sobre prevenção às drogas
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terça-feira, 3 de maio de 2016
WORKSHOP
WORKSHOP
O Impacto da Dependência Química na Família
21 de maio de 2016
Download do programa completo
O Impacto da Dependência Química na Família
21 de maio de 2016
Download do programa completo
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terça-feira, 22 de março de 2016
ÁLCOOL COM ENERGÉTICO: UMA BOMBA QUE MATA!
Não é de hoje a moda entre os adolescentes de misturar
energético com bebidas alcóolicas. Especialistas alertam para o
perigo para a saúde dessa combinação explosiva, assim como para a bebida tomada pura,
em excesso.
O
álcool pode causar diversos problemas ao sistema nervoso central e tem consequências piores para os
adolescents do que para os adultos. É o que afirma a psiquiatra e presidente da
Abead (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas), Ana Cecília
Marques. Ela explica que o álcool pode “provocar atrofia em áreas importantes
do cérebro”, responsáveis pelo seu
O álcool afeta, também, o sistema
cardiovascular, deixando as pessoas mais vulneráveis a um AVC
(acidente vascular cerebral), que é o rompimento de artérias no cérebro. Um AVC
pode deixar a pessoa com sequelas ou levá-la à morte.
Além
de interferir na saúde, o álcool em excesso está associado a casos de
violência, relação sexual desprotegida, entre outros.
Álcool e energético
A
médica cardiologista e presidente da Socerj (Sociedade de Cardiologia do Estado do
Rio de Janeiro), Olga Ferreira de Souza, alerta que a mistura de álcool
com energético pode
levar ao aumento da pressão arterial, palpitações, arritmias
cardíacas, AVC e morte súbita.
A
cardiologista explica que os energéticos camuflam os sintomas de embriaguez,
porque contêm estimulantes, como cafeína e taurina, que mascaram os efeitos do
álcool. Assim a pessoa bebe mais e por mais tempo.
O
álcool, depois de seu momento de euforia, causa um efeito depressor, levando a
uma queda de entusiasmo e à sonolência. A cafeína do energético acelera osbatimentos cardíacos e produz hormônios,
como a adrenalina, provocando
riscos como arritmia e aumento da pressão arterial. O problema do jovem é que,
geralmente, não faz check ups que revelam se ele pode
ter alguma propensão a uma cardiopatia ou à pressão alta. Por desconhecer seu
estado de saúde, o jovem corre muito risco ao consumir energético.
O
consumo diário de cafeína recomendado para uma pessoa é 150 mg em 24h. Uma lata
de energético tem, em média, 80 mg de cafeína. O jovem costuma consumir de duas
a três latinhas de energético numa balada.
A
cardiologista explica que não existe recomendação médica para o uso de
energéticos e, infelizmente, não há restrições para a venda de energéticos,
como ocorre com o álcool.
Uma pesquisa feita pela
Unifesp demonstrou que a cafeína dos energéticos potencializa os efeitos do
álcool no cérebro e pode causar envelhecimento precoce e a doenças degenerativas,
como Mal de Alzheimer e de Parkinson.
A
cardiologista alerta que “se for beber, que seja de forma moderada, pouca
quantidade, evitando bebidas destiladas que possuem maior teor alcoólico”. É
imprescindível beber água enquanto se consome bebidas alcóolicas para manter o
corpo hidratado, já que um dos efeitos do álcool é desidratar
as células. Também não se deve beber em jejum.
Um
outro problema é que os adolescentes têm começado a beber cada vez mais cedo.
Isso se deve, sobretudo, à falta de campanhas de conscientização voltadas para
essa faixa etária alertando sobre os perigos do consumo de álcool e as
consequências do seu uso.
Pais
e jovens devem estar em alerta quanto ao uso de energético. Por terem a venda
liberada, muitos adolescentes abusam do energético sem saberem das
consequências danosas para o seu organismo.
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sexta-feira, 11 de março de 2016
Dependência química ainda é desafio: História de casal de usuários de crack, em Santos, aponta uma das lacunas deste problema: eles não conseguem atendimento integral
O polegar e o indicador
da mão esquerda amarelados revelam a dependência de Roberto, nome fictício que
será usado nesta reportagem para preservar a identidade do usuário de crack.
Ele tem 36 anos e vive há mais de dez nas ruas de Santos. Ele e sua
companheira, que também é moradora de rua e usa a mesma droga, saíam da Seção Núcleo
de Atenção ao Toxicodependente (Senat), na Encruzilhada, quando relataram sua
rotina a A
Tribuna:
há alguns meses o casal vai à unidade para se tratar contra o vício. Apesar do
aparente esforço, Roberto diz que os dois não conseguem se manter limpos aos fins de semana,
quando o Senat está fechado. “Sábado e domingo a gente guarda carro e usa o
dinheiro (que ganha) para comprar crack”. O Senat também não funciona à noite,
quando Roberto e a companheira voltam para a marquise na esquina das ruas Silva
Jardim com a Xavier Pinheiro. A presidente do Conselho Municipal de Políticas
sobre Drogas (Comad), Maria Tereza Spagna Louzano, reconhece que o atendimento
ao dependente químico em Santos precisa melhorar. Diz que a entidade tem
trabalhado em conjunto com a Prefeitura. Ela acredita que casos como o de
Roberto serão mais assistidos com a inauguração do Centro de Atenção
Psicossocial de Álcool e Drogas (Caps AD) na Zona Noroeste. “Ele (Caps AD) já
está pronto, mas a Prefeitura informou que por problema de Recursos Humanos
ainda não inaugurou. A expectativa é que isso aconteça até julho”.
AVANÇAR
A psiquiatra e professora
da Unifesp, Ana Cecília Marques, afirma que os modelos de tratamento aos
dependentes químicos em todo o País precisam avançar. De acordo com ela, há a
necessidade de uma ação conjunta, que comece na Atenção Básica de Saúde. “Temos
que evitar que esses dependentes de álcool e drogas cheguem na rua, porque quem
está na rua, está no fim da linha”, diz ela, que também é coordenadora do
conselho consultivo da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras
Drogas (Abead).
ATENÇÃO BÁSICA
Para ela, o primeiro
passo é identificar a dependência química ainda na Atenção Básica
de Saúde. “Na hora que o
paciente entra na unidade de Saúde, do mesmo jeito que ele mede a pressão, é só
perguntar se ele fuma, bebe, ou usa droga”. Segundo Ana, esse é um procedimento
ignorado em todo o Brasil, até pelos agentes comunitários de Saúde, em cuja ficha
de trabalho há um espaço para preencher essa informação. Detectar a dependência
precocemente, significa impedir que ela evolua. Para saber os resultados dessas
medidas, Ana integra um grupo de pesquisa da Unifesp, que há dez anos adotou a prática
em Tarumã, cidade com 12 mil habitantes no Centro Oeste do Estado. Agora o
projeto entra na etapa de avaliar resultados.
IMEDIATO
Ana Cecília acredita que esse
cuidado na Atenção Básica produza resultados
a longo prazo. De
imediato defende uma coalizão que envolva toda a comunidade e não deixe apenas
nas mãos da escola o assunto. “A prevenção na família deve ser urgente. Tem que
ser uma prevenção universal, cuidando do adolescente e da criança, dando o exemplo,
mudando o comportamento”, finaliza.
fonte: www.atribuna.com.br
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Dependente químico
Ana Cecília Marques e o Nemt
SERVIÇO
ESPECIALIZADO
Crianças de Tarumã ganham atendimento preventivo através
do Nemt. Objetivo é ter no futuro uma adolescência mais saudável. É um dos
únicos programas dessa especialidade que existe a nível mundial, diz a médica
Ana Cecília Marques.
As
crianças de Tarumã com necessidades especiais e que apresentam algum tipo de
problema persistente na escola, vão receber atendimento especializado do Nemt
(Núcleo Educacional e Multidisciplinar de Tarumã) a partir de 2016, e não
justifica mais encaminhá-las para a Apae, em Assis, correndo risco de acidentes
em viagens
numa
estrada (SP 333 com tráfego de 9 mil veículos/ dia) com volume de tráfego
pesado e muito elevado. A informação foi dada pela médica psiquiatra e mentora
do projeto Periscópio, drª Ana Cecília Marques, beneficiando 60 crianças. Ela
explica que o Nemt, broto do Periscópio, que já faz a prevenção contra uso de
drogas, mobilizando cuidadores de toda a comunidade na fiscalização, já dispõe
de uma estrutura técnica e especializada para oferecer esses serviços com
qualidade, evitando o deslocamento até Assis diariamente.
AVALIAÇÃO
Segundo
a drª Ana Cecília, “a partir da demanda avaliada, pesquisada, com crianças com
problemas de aprendizagem, problemas de humor e familiares, enfim de crianças
adoecidas na escola que emergiam na classe, nós construímos todo um
levantamento para avaliar a taxa de problema que as crianças apresentavam e
diante disso, com a comprovação da necessidade, pleiteamos junto ao prefeito
Jairo da Costa e Silva e a secretária da educação Luciene Garcia Ferreira e
Silva para que fosse construído um sonho que já era acalentado há muitos anos,
mas agora com dados reais, contando com o apoio da Câmara, a criação de um
Núcleo Educacional de Atendimento Multiprofissional dessas crianças que estão
ligadas a escola. Esse núcleo tem um médico especialista na psiquiatria
infantil, uma fonoaudióloga, um psicólogo e uma psicopedagoga que juntos
abordam a criança que emerge da escola com problema persistente. Não é um
probleminha que a criança apresentou naquele mês. Mas um problema que a própria
psicopedagoga da escola já detectou junto com a professora e que se mantém ao
longo do semestre e a criança não consegue evoluir. Isso demonstra que apesar
da adaptação da criança ao ambiente escolar, deve apresentar um problema mais
profundo e por esta razão deve ser submetida a uma avaliação mais aprofundada,
que o núcleo vai oferecer”.
LEVANTAMENTO
A
médica disse que foi feito um levantamento e que “temos pelo menos 60 crianças
em tratamento hoje, que passam pelo fonoaudiólogo, reabilitam a linguagem;
passam pela terapia e habilitam as suas realidades sociais pelo médico e
psicopedagoga, e com isso em breve, no ano que vem, já que o Nemt é um broto do
Periscópio, já devemos ter o resultado mostrando a eficácia da intervenção.” O
Núcleo Multidisciplinar Saúde e Educação, inclusive com verbas consorciadas das
secretarias que envolvem essa questão, otimizadas, a gente não esbanja dinheiro
aqui no núcleo e tudo é baseado em dados previamente detectados, e que acredito
que deve proteger essas crianças, alinhavou a drª Ana Cecília. Ela própria
indaga: “Porque essas ações preventivas de saúde da criança são tão
importantes? Porque todas as pesquisas no mundo, e são poucas, apontam para
esse fator de adaptação escolar, seja na aprendizagem ou pela desordem do
humor, ou comportamental, é o fator que pré dispõe problemas na adolescência.
Quando a gente minimiza o dano, interrompe esse processo, a gente quase que
está mudando o destino da criança, porque ela vai ter uma adolescência mais
saudável e com menos fatores de risco envolvidos, entre eles, beber precocemente.
Essa ação preventiva é das mais relevantes e a gente pode contar nos dedos de
uma mão, onde é feito no mundo esse tipo de trabalho, e é feito aqui em Tarumã”,
assinala sem deixar esconder a sua satisfação como médica, dos resultados
obtidos com esse programa.
Fonte:
Revista Correio Assissense p. 5, Assis 2 a 8
marco, 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
ENTREVISTA: Projeto Periscópio
Entrevista:
Dra. Ana Cecilia Marques fala sobre o projeto Periscópio. O Projeto “Periscópio” surgiu da necessidade de implantação
de Políticas Públicas no município de Tarumã, direcionadas ao uso indevido de
drogas.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
O PROBLEMA DO ÁLCOOL
Palestra: O PROBLEMA DO ÁLCOOL
08/10/2015 - Dra. Ana Cecília
https://www.youtube.com/watch?v=xQ68_UFMQec
08/10/2015 - Dra. Ana Cecília
https://www.youtube.com/watch?v=xQ68_UFMQec
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Convite - Lançamento do livro
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
STF e a inconstitucionalidade do artigo
28 da lei de drogas: reduzindo um fenomeno tão complexo como é o uso de drogas
a pó...
Ana Cecilia Petta Roselli Marques
Considerando que a política de drogas no
país "engatinha", principalmente, na implementação de medidas
preventivas, a base de uma política sólida, humana e efetiva;
Considerando que em função disso, a
população não conhece o impacto das drogas no indivíduo e na sociedade, e vive
uma relação com o tema muito imatura, infantil, leviana e desatualizada;
Considerando que a população adolescente
é o alvo deste impacto, e levando em conta a sua vulnerabilidade natural,
qualquer ação simplista produzirá um resultado imprevisível, pois o adolescente
tem baixa percepção de risco em relação ao comportamento e banaliza suas
consequências;
Considerando que quando uma droga ilícita
se torna um produto qualquer, determina uma economia perversa, tão devastadora
como o próprio tráfico, cujo melhor exemplo é o álcool;
Considerando que todos os países que
flexibilizaram a lei de drogas sem instituir antes sua política, mesmo os
países desenvolvidos, sofreram graves consequências, não obtiveram sucesso, e
voltaram a restringi-la;
Considerando que as consequências mais
diretas e graves das medidas liberalizantes são o aumento do consumo, atingindo
crianças e adolescentes; o aumento de transtornos mentais e de comportamento,
entre eles a esquizofrenia, a síndrome do pânico, a depressão, o aumento da
prevalência de dependência e outras doenças relacionadas; o aumento de
acidentes no trânsito, o aumento da experimentação de outras drogas, o aumento
dos diferentes tipos de violência, entre outros problemas;
Considerando que segundo os relatórios da
Polícia Federal, 1/4 dos presos cometeram crimes relacionados às drogas, e
portanto, a minoria, não sendo eles responsáveis pelo complexo problema do
sistema penitenciário e da própria justiça brasileira;
Considerando que a população brasileira
já respondeu a pesquisas sobre o tema, e a maioria não aprova a legalização de
nenhuma droga;
Considerando que as famílias brasileiras
não estão preparadas para manejar o problema sem uma política que as proteja,
a ABEAD, uma associação que há mais de 40
anos, com pouquíssimos patrocínios, divulga estudos, promove o debate e
incentiva ações baseadas em evidências científicas para que o tema seja
entendido na sua complexidade, É CONTRA A AÇÃO DO STF QUE QUER TORNAR O ARTIGO
28 da lei de drogas INCONSTITUCIONAL, pois entende que qualquer ação no sentido
de contribuir para o fácil acesso às drogas, lícitas ou ilícitas, um fenomeno
multidimensional, reduzirá a visão sobre ele, e as cegas, o resultado será
muito nocivo para TODOS OS BRASILEIROS.
A MAIOR PARTE DA população brasileira é
CONTRA A LEGALIZAÇÂO DE DROGAS, e esta ação do STJ pode significar mais um
passo na contramão da organização de uma boa política, que deve ser construída
para garantir o DIREITO HUMANO DE NÃO USAR DROGAS!
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Programas devem ser coadjuvantes dos tratamentos
Para Ana
Cecília, grupos como os Alcoólicos Anônimos não podem ser encarados como
tratamento, mas ela reconhece que esses programas podem melhorar a eficácia da
terapia multidisciplinar, quando associados. “O AA é coadjuvante e ajuda muito
quando o paciente resolve se tratar, mas serve também para sensibilizar aqueles
relativamente resistentes e que não enxergaram o problema”, afirma.
terça-feira, 10 de março de 2015
Drogas sintéticas e álcool
A
psiquiatra Ana Cecília Marques, presidente da Abead (Associação Brasileira para
o Estudo do Álcool e outras Drogas), afirma que o Brasil vem sendo alertado
sobre a nova onda de drogas sintéticas há 15 anos, mas não há preocupação do
governo a respeito.
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