Entrevista:
Dra. Ana Cecilia Marques fala sobre o projeto Periscópio. O Projeto “Periscópio” surgiu da necessidade de implantação
de Políticas Públicas no município de Tarumã, direcionadas ao uso indevido de
drogas.
quarta-feira, 2 de março de 2016
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
O PROBLEMA DO ÁLCOOL
Palestra: O PROBLEMA DO ÁLCOOL
08/10/2015 - Dra. Ana Cecília
https://www.youtube.com/watch?v=xQ68_UFMQec
08/10/2015 - Dra. Ana Cecília
https://www.youtube.com/watch?v=xQ68_UFMQec
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Convite - Lançamento do livro
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
STF e a inconstitucionalidade do artigo
28 da lei de drogas: reduzindo um fenomeno tão complexo como é o uso de drogas
a pó...
Ana Cecilia Petta Roselli Marques
Considerando que a política de drogas no
país "engatinha", principalmente, na implementação de medidas
preventivas, a base de uma política sólida, humana e efetiva;
Considerando que em função disso, a
população não conhece o impacto das drogas no indivíduo e na sociedade, e vive
uma relação com o tema muito imatura, infantil, leviana e desatualizada;
Considerando que a população adolescente
é o alvo deste impacto, e levando em conta a sua vulnerabilidade natural,
qualquer ação simplista produzirá um resultado imprevisível, pois o adolescente
tem baixa percepção de risco em relação ao comportamento e banaliza suas
consequências;
Considerando que quando uma droga ilícita
se torna um produto qualquer, determina uma economia perversa, tão devastadora
como o próprio tráfico, cujo melhor exemplo é o álcool;
Considerando que todos os países que
flexibilizaram a lei de drogas sem instituir antes sua política, mesmo os
países desenvolvidos, sofreram graves consequências, não obtiveram sucesso, e
voltaram a restringi-la;
Considerando que as consequências mais
diretas e graves das medidas liberalizantes são o aumento do consumo, atingindo
crianças e adolescentes; o aumento de transtornos mentais e de comportamento,
entre eles a esquizofrenia, a síndrome do pânico, a depressão, o aumento da
prevalência de dependência e outras doenças relacionadas; o aumento de
acidentes no trânsito, o aumento da experimentação de outras drogas, o aumento
dos diferentes tipos de violência, entre outros problemas;
Considerando que segundo os relatórios da
Polícia Federal, 1/4 dos presos cometeram crimes relacionados às drogas, e
portanto, a minoria, não sendo eles responsáveis pelo complexo problema do
sistema penitenciário e da própria justiça brasileira;
Considerando que a população brasileira
já respondeu a pesquisas sobre o tema, e a maioria não aprova a legalização de
nenhuma droga;
Considerando que as famílias brasileiras
não estão preparadas para manejar o problema sem uma política que as proteja,
a ABEAD, uma associação que há mais de 40
anos, com pouquíssimos patrocínios, divulga estudos, promove o debate e
incentiva ações baseadas em evidências científicas para que o tema seja
entendido na sua complexidade, É CONTRA A AÇÃO DO STF QUE QUER TORNAR O ARTIGO
28 da lei de drogas INCONSTITUCIONAL, pois entende que qualquer ação no sentido
de contribuir para o fácil acesso às drogas, lícitas ou ilícitas, um fenomeno
multidimensional, reduzirá a visão sobre ele, e as cegas, o resultado será
muito nocivo para TODOS OS BRASILEIROS.
A MAIOR PARTE DA população brasileira é
CONTRA A LEGALIZAÇÂO DE DROGAS, e esta ação do STJ pode significar mais um
passo na contramão da organização de uma boa política, que deve ser construída
para garantir o DIREITO HUMANO DE NÃO USAR DROGAS!
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Programas devem ser coadjuvantes dos tratamentos
Para Ana
Cecília, grupos como os Alcoólicos Anônimos não podem ser encarados como
tratamento, mas ela reconhece que esses programas podem melhorar a eficácia da
terapia multidisciplinar, quando associados. “O AA é coadjuvante e ajuda muito
quando o paciente resolve se tratar, mas serve também para sensibilizar aqueles
relativamente resistentes e que não enxergaram o problema”, afirma.
terça-feira, 10 de março de 2015
Drogas sintéticas e álcool
A
psiquiatra Ana Cecília Marques, presidente da Abead (Associação Brasileira para
o Estudo do Álcool e outras Drogas), afirma que o Brasil vem sendo alertado
sobre a nova onda de drogas sintéticas há 15 anos, mas não há preocupação do
governo a respeito.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Drogas sintéticas, crescimento alarmante
Vários campos do saber
têm se mobilizado para responder às angústias humanas. Todos investem, de
acordo com suas crenças, na procura de caminhos para o homem ser feliz.
Grande parte da comunidade humana, científica ou não, dirige seus esforços para
a solução de problemas ou a construção de melhores condições de vida, pautadas
no aspecto físico das questões.
É formidável todo esse progresso, e ele tem amenizado muitas aflições, mas
soluciona os conflitos de fato, ou atua apenas nos sintomas?
Temos notícia que 97 novas drogas por ano entram no mercado. Assevera Camila
Brandalise, jornalista da Revista “ISTOÉ”, que a facilidade do surgimento de
novos laboratórios e do acesso às matérias-primas, na maioria dos casos, a
anfetamina, tem feito a produção e o consumo dessas novas drogas sintéticas
aumentarem drasticamente, como aponta estudo divulgado pelo Escritório das
Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
O mundo está envolvido pela maré montante do vício, que encontra suas fontes
abastecedoras numa ramificação oculta e poderosa, encarregada de espalhar,
especialmente entre os jovens, as substâncias tóxicas que não somente debilitam
o físico, como também minam as fibras morais, solapando o caráter.
Segundo a psiquiatra Ana Cecília Marques, Presidente da Associação Brasileira
para o Estudo do Álcool e outras Drogas (Abead), o Brasil já vem sendo alertado
sobre a nova onda de drogas sintéticas há mais de 15 anos, mas não se vê uma
preocupação do governo em informar e pesquisar sobre essas substâncias.
Os dados são preocupantes ainda mais quando se observa que quase 50% da
população em tratamento por dependência química são jovens na faixa etária de
20 a 30 anos. Além disso, 50% são solteiros, 50% não tinham trabalho, 94% são
homens, 67% não estavam estudando e 40% não possuem o ensino fundamental.
Outro dado apontando é que 70% dos internados para tratamento por dependência
química são encaminhados pela Justiça. "A relação da dependência química
com a criminalidade é muito próxima. Eu costumo comparar a situação dos
dependentes com a de uma pessoa que, em um dia muito quente, não encontra água
para beber. Multiplica essa sensação por mil para saber as consequências da
droga. Daí vêm as reações como o roubo, para conseguir dinheiro para comprar
droga".
Estudo da ONU mostra que o número de novas drogas sintéticas vem crescendo
rapidamente, e para controlar esse avanço, é necessário buscar saber o perfil
dos produtores e usuários dessas drogas, alertando-os da possibilidade perigosa
de estar comprando uma droga e levando outra, o que fatalmente traria desgraças
imediatas.
O colorido paraíso químico das viagens psicodélicas tantas vezes tem adquirido
a palidez mortal, como tragicamente o confirmaram nomes famosos, entre os quais
os de Elvis Presley, Jimy Hendrix, Janis Joplin e, mais perto de nós, Elis
Regina.
Diante de tantas tragédias que já aconteceram, em nome de uma pseudo-liberdade,
podemos afiançar: Só é livre verdadeiramente, quem tem compromisso com a vida;
Aqueles que fogem desse compromisso, não são livres, são soltos. Quem é
verdadeiramente livre, vai onde quer. Quem é solto, não sabe para onde caminha,
vive a dar cabeçadas.
Disponível em: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=466240
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Conheça os palestrantes da IV Jornada preparatória: Mulheres, álcool e drogas
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Congresso: Mulheres, álcool e drogas: qual é o peso do gênero?
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Desafio: medicamentos com componentes da maconha devem ser liberados ou não?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
IV Jornada preparatória para o Congresso da ABEAD: Dia 14 de março de 2015
Estudantes, médicos, psicólogos, enfermeiros, educadores, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, psiquiatras e conselheiros em dependência química poderão ficar atualizados sobre as principais novidades da área. Inscreva-se agora mesmo:
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Vai cheirar cocaína? Então prepare-se para o pior!
A droga afeta os sistemas neurológico e
imunológico de forma irreversível e a ressaca química demora semanas
O uso de
cocaína está disseminado em todas as camadas da sociedade. Entre os usuários,
estão jovens de classe média que utilizam a droga nas baladas e em reuniões na
casa de amigos. A maioria experimenta com o objetivo de conhecer seus efeitos
ou até mesmo porque desejam passar mais tempo “ligadão”, embora muitos
desconheçam que, mesmo o uso esporádico, é prejudicial.
Isso
porque, as substâncias presentes na cocaína afetam o sistema neurológico e
imunológico de forma irreversível e muito perigosa. Além de todas as transformações
internas, o uso constante causa, ao longo dos anos, uma degradação física
evidente.
“A
cocaína é uma droga estimulante que afeta o organismo inteiro, atingindo
principalmente cérebro, coração e a frequência respiratória”, explica a
psiquiatra Ana Cecília Marques. Segundo o também psiquiatra Anderson Ravy
Stolf, mestrando do programa de pós-graduação em psiquiatria pela UFRGS, a
cocaína, assim como o crack, está associada a uma diminuição da resposta
imunológica do organismo.
“O
uso dessas drogas facilita a ocorrência de infecções. Pode-se observar isso de
forma clara nos pacientes que possuem infecção pelo HIV e utilizam cocaína.
Eles são mais suscetíveis às infecções chamadas de oportunistas”, diz ele. No
sistema neurológico, ela causa hiperexcitação cerebral e consequente morte dos
neurônios e a diminuição da irrigação sanguínea no cérebro. A presença de
cocaína no cérebro gera também alterações das funções neuropsicológicas,
influenciando áreas relacionadas ao julgamento, percepção, concentração, tomada
de decisões e impulsividade.
Além dos
problemas internos, a droga também pode acabar com sua performance na cama.
Isso porque, os usuários têm mais chances de sofrer de disfunção erétil e
acabar broxando. “A cocaína pode causar impotência por vários motivos. Os mais
comuns são os acidentes vasculares (isquemia) e depressão, afinal, durante a
abstinência o homem fica abatido, apático, sem libido, em uma ressaca
química que demora dias ou até mesmo semanas para passar”, explica a Dra Ana
Cecília.
Ou seja,
se momentaneamente a cocaína faz com que você aguente por mais tempo as baladas
e sinta uma enorme euforia sexual, com o passar do tempo, a libido diminui
e as chances de você ficar devendo na hora H aumentam e muito.
Caso você
seja atleta e decida utilizar a cocaína para melhorar sua performance nos
treinos, o sinal de alerta deve ser redobrado. Isso porque, de acordo com dr.
Anderson, a droga gera um aumento das substâncias que, em níveis muito altos,
prejudicam o músculo, como ácido lático. Por isso, não se iluda com a euforia
durante o treino. Ela dá a falsa impressão de que a substância aumenta a
capacidade de realizar exercícios. Mas o efeito é justamente contrário.
“Após uso
agudo, principalmente quando em combinação com exercícios vigorosos, há aumento
da chance de infartos do coração e do cérebro (derrames), pela
vasoconstrição das artérias”, explica o especialista.
Fisicamente
não é possível precisar dentro de quanto tempo há mudança após uso intenso da
droga, porque isso envolve a suscetibilidade individual à substância. Sabe-se
que ela está associada ao aumento de problemas dermatológicos, inclusive
infecções de pele, e à própria degradação da aparência física. Além disso,
usuários constantes podem adquirir “toques”, gerados por dois motivos
principais. “O mais comuns são: a intoxicação e a síndrome de abstinência”,
alerta a Dra. Ana Cecília.
Disponível em: http://www.areah.com.br/cool/saude/materia/6270/1/pagina_2/os-efeitos-da-cocaina.aspx
Novo medicamento promete reduzir vontade de beber
Um remédio que promete
ajudar abusadores de álcool a reduzir a quantidade de bebida –e não a parar de
beber por completo– é a nova aposta de governos europeus em redução de danos.
Essa estratégia é controversa porque a maior parte dos
profissionais que trabalham com o tratamento do alcoolismo buscam abstinência,
não a diminuição do uso.
A droga chamada nalmefene (Selincro) foi aprovada na Europa em
2013 e lançada em 20 países. Na Escócia, foi incluída no sistema público de
saúde neste ano. O Reino Unido estuda fazê-lo a partir de novembro.
O fabricante (Lundbeck) diz não ter prazo definido para pedir o registro no
Brasil.
O medicamento bloqueia a
sensação de prazer trazida pelo álcool. Resultados de testes clínicos feitos
pelo fabricante constataram que a droga, em conjunto com suporte emocional,
reduz em 60% a vontade de beber, quando comparado com placebo e apoio
psicossocial.
Pessoas que tomavam nove latas de cerveja por dia, por exemplo,
cortaram o consumo para três doses.
Em estudo publicado no "British Medical Journal", o
Instituto Nacional para Excelência em Cuidados de Saúde (sistema de saúde
inglês) diz que a droga demonstrou custo-efetividade para o sistema de saúde
quando comparada à oferta de apenas suporte psicológico.
Para a psiquiatra Analice Gigliotti, o remédio é uma boa
alternativa às pessoas que abusam do álcool, mas que não têm dependência da
bebida. "É o que a gente chama de alcoolista leve ou moderado, que, às
vezes, perde o controle", afirma.
O psicólogo Frederico Eckschmidt, especialista em dependência
química e pesquisador da USP, também considera o medicamento um bom aliado às
estratégias de redução de danos para os abusadores de álcool, quando associado
a outras, como entrevistas motivacionais.
"A questão é que para o alcoólatra mesmo, parece não existir
uso recreativo do álcool. Toda vez que ele vê a bebida, vem a compulsão."
Entre os critérios para ser considerado um alcoólatra estão
compulsão pela bebida, falta de controle no consumo, sintomas de abstinência e
tolerância (precisa de cada vez mais para sentir o mesmo prazer de antes).
Para a psiquiatra Ana Cecília Marques, presidente da Abead
(Associação Brasileira para o Estudo do Álcool e outras Drogas), o medicamento
"é mais do mesmo", já que ele tem mecanismo de ação semelhante à naltrexona,
substância já usada no tratamento da dependência.
"Medicamentos similares diminuem a fissura, mas funcionam
para uns pacientes, e para outros, não." Segundo ela, a meta dos
tratamentos do alcoolismo é a abstinência, não a redução de doses.
"Eles envolvem remédios, mas, necessariamente, outras
terapias comportamentais e motivacionais para evitar as recaídas."
O clínico-geral Gustavo Gusso, professor da USP, critica o modelo
do estudo, que só incluiu pessoas motivadas a reduzir o consumo. "Proibir bebida
em locais públicos pode ter melhor resultado."
Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/10/1533760-novo-medicamento-promete-reduzir-vontade-de-beber.shtml
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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Cracolândia, o retorno
Apesar de, infelizmente, ainda não ser possível avaliar no
momento, com critérios rigorosos e científicos se o programa de reinserção
social De Braços Abertos --oferecido pela Prefeitura de São Paulo aos usuários
de drogas que estão em situação de rua na cracolândia-- vem produzindo
resultados positivos ou negativos, a grosso modo parece que nada adiantou.
Ao contrário, as evidências jornalísticas mostram que o número de
usuários aumentou na região da cracolândia --localizada na Luz, próxima à Sala
São Paulo, no coração do centro da cidade. Além disso, os usuários de drogas se
espalharam para outras áreas, como a avenida Paulista, o que já era de se
esperar com a aplicação de qualquer medida isolada.
Isso significa que a dependência de drogas é uma doença que se
desenvolve no cérebro, muito complexa, e que precisa de várias etapas de
intervenção.
São elas: desintoxicação, diagnóstico aprofundado da gravidade e
de suas consequências, estabilização, prevenção de recaída, manutenção e
seguimento. Ao longo do processo, cada caso recebe também a reinserção social.
Vale a pena ressaltar que desde o início das ações na cracolândia
há pelo menos cinco anos, as expectativas sempre foram as melhores, mas sempre
muito ingênuas.
Hoje, com o conhecimento disponível sobre o tema, como é possível
imaginar que os indivíduos que lá estão, comprometidos física, mental e
socialmente, podem ser reabilitados da dependência de drogas?
Como é possível imaginar que recuperar aqueles indivíduos que
enfrentam a dependência do crack, uma doença que se desenvolve no cérebro, com
repercussões profundamente deteriorantes e com diferentes consequências, sem
tratamento, apenas por meio de trabalho e de uma moradia? Ou apenas com visitas
aos centros de apoio?
A questão vai muito além. Para intervir em uma questão tão
complexa, que coloca o usuário entre a vida e a morte a todo momento, pelos
mais diversos motivos, que atinge a família e a toda a sociedade, é preciso
adotar uma política de drogas humana, ecológica e ajustada a cada realidade.
É verdade que esse fenômeno ainda carece de estudos, ele não é de
todo conhecido, mas os princípios para a elaboração de uma política baseada em
boas práticas vem sendo discutidos no mundo.
A discussão mais importante hoje em dia é como entender de uma vez
por todas qual o impacto das drogas e que esse impacto não será controlado por
medidas simples e desconectadas.
É preciso uma política robusta, específica para cada droga e para
cada contexto, e para o crack um capítulo especial àqueles que estão em
situação de rua.
Política essa que significa um conjunto de medidas aplicadas ao
mesmo tempo e na mesma direção.
A reinserção social é preciso, mas o tratamento e o controle da
oferta de drogas são imprescindíveis.
Quando será que o governo irá assumir o seu papel de gestor e
promover a coalizão das ações, implementando um método mais efetivo para o
problema?
E quando será também que a sociedade brasileira vai entender que
tem direito --humano-- às melhores práticas disponíveis e que deve lutar junto
com o governo por um desfecho positivo para o problema das drogas?
Ou será que, contemplativa e depressivamente, assistiremos mais
uma vez ao "retorno da cracolância"? Não. Existe esperança, existe
ciência, e agora é a vez da política.
Auxílio-doença por uso de drogas cresce 60% em Minas
O
número de auxílios-doença concedidos pelo INSS por situações relacionadas ao
uso de drogas vem crescendo em Minas Gerais. Para a presidente da ABEAD, Ana
Cecília Marques, o Brasil é um dos poucos países da América Latina onde tem
aumentado o consumo de todas as drogas, e isso está relacionado a falta de uma
política de controle.
Entenda ➜ http://goo.gl/mk103U
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
VI Jornada de Psicologia do LAFAM
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Debate no Senado Federal sobre regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha
“Temos que entender a maconha por meio de suas múltiplas dimensões. Entender o ser humano, um ser biológico, psicossocial, espiritual e que, em algum momento da sua história, vai encontrar com algum tipo de droga. É assim que temos que pensar na política e analisar se a droga deve ou não ser legalizada”.
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segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos
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Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos
A ABEAD, representada pela presidente Ana Cecília Marques, está na Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos, sobre a Sugestão nº 8/2014, que trata da regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha, relativamente sobre o posicionamento dos atores sociais contrários à liberação.
Além da psiquiatra, compõem a mesa o relator Senador Cristóvão Buarque; Padre Aníbal Gil Lopes, representante da arquidiocese do Rio de Janeiro; Marcos Zaleski, psiquiatra; Alexandre Sampaio Zakir, delegado de polícia corregedor do Estado de SP; e o deputado federal Osmar Terra.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Estigmas que enclausuram
Culpa, vergonha e medo de falar sobre o problema. Esses são alguns dos sentimentos inerentes às pessoas que precisam de atenção especial, em razão do abalo à saúde mental. Embora se fale em predisposição genética, o que pouca gente sabe é que o uso de drogas é um fator de risco para o desenvolvimento de quadros psiquiátricos graves, como a depressão, esquizofrenia, ansiedade, demência, entre outras morbidades.
Sobre o receio de ir ao médico psiquiatra e as medidas necessárias para que o tratamento seja precoce, a presidente da ABEAD, Ana Cecília Marques, assinou um artigo no Jornal Correio Braziliense. Para a médica, já passou da hora de intervir a favor da vida.
Leia a matéria na íntegra:
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